quinta-feira, 30 de julho de 2009

ORDEM DE SERVIÇO Nº05 DE 30 DE JULHO DE 2009.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
ORDEM DE SERVIÇO Nº05 DE 30 DE JULHO DE 2009.

O DIRETOR GERAL do Campus Itaperuna do INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE no uso das atribuições legais que lhe confere a Lei 8.948 de 8/12/94, o Decreto Presidencial de 18/01/1999, a Portaria MEC nº 432 de 11/09/2008, publicada no D.O.U. de 16/09/2008;

CONSIDERANDO o Recesso Escolar

RESOLVE:

Que do dia 10 de agosto ao dia 14 de agosto do presente ano, o horário de funcionamento deste Campus será das 09:00H às 20:00H.

Evanildo dos Santos Leite
Diretor Geral do Campus Itaperuna
IF-Fluminense

terça-feira, 28 de julho de 2009

Crônica sobre o amor



Prólogo


– Isso de mandar carro de telemensagem é uma coisa tão brega! – pensei alto ao presenciar a chegada do espalhafatoso “carro-cupido”, que fez parar a aula no Instituto naquela tarde.

Nosso diretor, um dos vários espectadores da cena, capturou o pensamento precipitado, e, indicador e polegar unidos, agitando uma pitada no ar, sentenciou:

– Brega, não. São adolescentes. – e, com expressão querúbica, arrematou expansivamente – È l’amore...

O italiano é por minha conta, o idioma era o português das planícies dos goytacazes. É que, após um olhar mais cuidadoso para aquele jovem casal, que trocavam beijos apaixonados no pátio, e a categórica asserção do diretor, me convenci de que cairiam feito uma luva para a ocasião violinos e um acordeom – em serenata à italiana. Entretanto, devido às implicações da vida moderna – mutatis mutandis –, eis ali o aparatado e ruidoso carro de som – Fiat, ao menos. Toda a composição daquela cena fez sair dos bastidores da minha cachola a desassossegada e repetente questão do amor. E fiquei a ruminar umas ideias.

Reflexão

À magnífica pilha de um sem-número de reflexões parciais e de utilidade duvidosa sobre o amor, arrogo a liberdade de acrescentar mais uma. Essa com uma diferença frente às mais recentes: não nega o amor, mas afirma-o. E o faz por meio de argumentos há tempos fora de moda: a defesa de sua imutabilidade e eternidade.

O amor é eterno. Não muda. E duvido que algum dia mude. O amor é o mesmo sempre e, para sempre, o mesmo. Intenso e cordial. Combativo e delicioso. Tanto aqui, como na China. Mas antes de alguém se armar contra esse argumento, por não acreditar na permanência de coisa alguma, confio-lhe algo transitório: os amantes. Esses, sim, mudam. E mudam mesmo. Mudam até sem querer.

Os amantes estão para o amor, como os marujos de uma pequena embarcação estão para uma ilha desconhecida. Aos olhos destes, a ilha, pequenina e distante, inquieta e esquiva, parece dançar sobre as espumas do mar. Ora afastando-se, ora aproximando-se deles. Truque de ilha desconhecida: obviamente quem se move é o barquinho, agitado pelo mar – co-autor no truque.

Nessa alegoria, entenda-se o mar como o tempo. Ambos, abismos. Abismos que tragam as vontades humanas, implacavelmente.

Poucos marujos, e amantes, se dão conta dessas coisas, pelo menos enquanto maravilhados diante da ilha, ou do amor. Quem sabe, empenhem-se por evitar tais pensamentos. Mas, mesmo sem querer, todos convivem com sua presença sinistra. E, no último instante, talvez, adivinhem.

Quanto à ilha? Permanecerá para sempre naquele canto de mar, tal qual foi vista pela primeira vez – imperturbavelmente ilha –, assim como o amor no tempo. Já os marujos e os amantes, as intempéries da vida cuidam por torná-los outros. Por vezes, irreconhecíveis.

Se essa minúscula reflexão encontrar acolhida em algum espírito, é certo que encontre também alguma tristeza. O que não é de todo ruim, mas pode conduzir ao abatimento. E, sim, isso seria ruim. Como tal efeito não é a intenção desta crônica, a reflexão deve seguir rumo a um desfecho mais animador, sem abrir mão, no entanto, de seu compromisso dialético, e do emprego das ilustrações náuticas.

Assim, continuam a ilha e o amor, que não mudam. Os marujos e os amantes, que mudam. O mar e o tempo, que são abismos. Mas agora a vontade – irmã caçula da necessidade e gêmea da coragem – deixa de ocupar um papel secundário na alegoria e ganha relevo. A vontade funciona feito um tônico milagroso, ou melhor, feito um xarope expectorante para o espírito dos marujos e amantes, e para o leitor abatido.

A vontade verdadeira é capaz de fazer os espíritos eliminarem todo e qualquer desanimo, ou outro sentimento inimigo do amor. De acordo com sua origem, “expectorar” significa “lançar fora do peito”, e por contiguidade, do coração. Daí a escolha pelo xarope. Embora fuja às ilustrações náuticas, a comparação contribui para a peroração do raciocínio, à medida que contribui para um efeito restaurador do propósito original da crônica.

Voltemos à pequena embarcação. Agora basta aos marujos-amantes ingerirem algumas colheradas de vontade diariamente e terão peito de aço e fôlego de nadador para continuar enfrentando o mar toda vez que desejarem aportar na ilhazinha do amor, ou ainda, nas ilhazinhas do amor.

Se é fácil? Nem de longe! E, no final das contas, mesmo chegando lá, quem escapar ao abismo do mar, não escapará ao abismo do tempo. Mas, de qualquer maneira, a ideia de terminar em uma bela praia tropical parece ser muito mais agradável que ficar à deriva e acabar virando comida de peixe, mesmo que metaforicamente falando. Enfim, esse é o tipo de reflexão que resulta da superexposição ao gérmen do amor – muito frequente onde há adolescentes em profusão –, e também do gosto por filmes de piratas e ilhas com tesouros escondidos. Daí a recorrência das ilustrações náuticas – exceto o xarope.


Bruno José – 13/07/2009

sexta-feira, 17 de julho de 2009

IF-Fluminense: Acesso direto pelo ENEM

A REITORA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE – (IF – Fluminense), no uso de suas atribuições legais e de acordo com as disposições da legislação em vigor, faz saber que a forma de acesso às graduações oferecidas pela Instituição, para o ano letivo de 2010 – 1º. e 2º. semestres -, dar-se-á por meio da utilização do ENEM 2009 como fase única para 50% do total de vagas disponibilizadas. As demais serão preenchidas mediante processo seletivo (vestibular), conforme praticado nos anos anteriores.

Desta forma, destaca-se a importância de os candidatos interessados em concorrer às vagas, participarem do ENEM 2009, cujo prazo de inscrição termina no próximo dia 17 de julho.
Informações adicionais serão divulgadas em editais complementares.

Cibele Daher Botelho Monteiro
Reitora do Instituto Federal Fluminense

Notícia: Os Técnicos da Vez ( Faetec e universidades revelam os cursos que mais empregam hoje)

(Matéria publicada no Jornal O GLOBO, Domingo, 12 de Julho de 2009, Boa Chance, p.1 e 3)

“Com o aquecimento da economia fluminense e, especificamente, o desenvolvimento de pólos industriais importantes, ter um certificado de curso técnico na hora de batalhar um emprego pode, hoje, ser mais útil do que um diploma universitário no estado do Rio. Por terem vasto campo de atuação, além de acompanharem a expansão imobiliária e o desenvolvimento regional, as carreiras de edificações, mecânica e segurança do trabalho estão entre as que garantem maior empregabilidade quando o estudante deixa a sala de aula e busca uma oportunidade.”

“... 60% dos alunos que fizeram o curso de edificações conseguiram um trabalho na área logo após a formatura. Mecânica aparece em segundo lugar, com 53% dos egressos trabalhando no setor. Já Segurança do Trabalho ocupa a terceira posição com 49%.”

“Mecânica também é o curso que mais emprega quem sai do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca ( CEFET)....” “...- O aluno que faz esse curso pode trabalhar em diferentes etapas do processo produtivo, da fabricação até inspeção. O campo é vasto”

“Mas nem sempre os cursos com maior empregabilidade são os mais recomendados. Motta alerta para a importância de os alunos ficarem atentos a carreiras promissoras no futuro, como o turismo, por causa da Copa do Mundo, em 2014, e da candidatura do Rio às Olimpíadas de 2016.”


“Além das fronteiras fluminenses, o cenário de empregabilidade dos egressos de cursos técnicos também é positivo. Divulgado em maio, um levantamento realizado pelo Ministério da Educação (MEC) com 2.657 ex-alunos de 130 instituições federais do país, formados entre 2003 e 2007, mostra que 72% deles estão colocados no mercado de trabalho. Desses, 65% trabalham na sua área de formação.”

“- Diante da fragilidade do ensino básico municipal e estadual, o resultado da pesquisa é excelente. Esse capital humano é decisivo nos processos de desenvolvimento locais e regionais – afirma Eliezer Pacheco, secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC.”

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Representantes da região Noroeste discutem desenvolvimento regional no IF Fluminense


Articular com diferentes esferas do poder público de forma conjunta para promover o desenvolvimento regional e qualificar a mão-de-obra local dentro das perspectivas de emprego foram as máximas do 5º Encontro de Integração das Políticas de Educação, Ciência e Tecnologia do Instituto Federal Fluminense, que aconteceu na tarde desta quinta-feira, dia 09, no campus Itaperuna.
Estiveram presentes representantes da educação e de setores de desenvolvimento e planejamento dos municípios de Porciúncula, Itaperuna, Bom Jesus do Itabapoana, Itaocara, Italva, Natividade, Cambuci e Aperibé.
O pró-reitor de extensão, Roberto Moraes, apresentou a nova estrutura do IF Fluminense e sua atuação em diversos municípios, bem como uma pesquisa feita pelo Observatório Sócio-Econômico da Região Norte-Fluminense sobre o perfil da mão-de-obra da região Noroeste, que tem como municípios pólos Itaperuna e Santo Antônio de Pádua reunindo 50% da população.
A pesquisa aponta que 80% da população recebem de um a três salários mínimos e que 70% do emprego formal estão nos setores de serviços, comércio e administração pública, tendo como o principal gargalo o setor da construção civil, com participação inexpressiva na economia.
“Os municípios estão formando seus jovens e mandando para outras cidades. Nosso papel é ajudar a pensar em o que fazer para manter essas pessoas em suas cidades de origem, promovendo o desenvolvimento regional”, disse Roberto.
De acordo com ele, esses dados podem contribuir com o planejamento da região, que deve levar em conta o tipo de políticas públicas que estão sendo desenvolvidas, o perfil da mão-de-obra e como os cursos oferecidos pelo IF Fluminense podem contribuir.
A procura por cursos técnicos aumenta 40% a cada ano. No processo seletivo de 2008, o IF Fluminense teve 20 mil candidatos inscritos e a expectativa para esse ano é de chegar a 30 mil.
“Não faz sentido formar pessoas que não possam atuar, por isso, a necessidade de monitoramento para saber as demandas regionais”, falou. Ele também destacou a parceria que o Instituto pode oferecer aos municípios na elaboração de projetos de editais de financiamento abertos em diferentes Ministérios.
Projetos - O diretor do campus Itaperuna, Evanildo Leite, falou sobre os investimentos para o 2º semestre que incluem Pós-graduação em Educação de Jovens e Adultos e Pós-graduação à distância em Educação Ambiental. Já o diretor do campus Bom Jesus, Fernando Ferrara, falou sobre a possibilidade de implantação do curso técnico de Informática e da graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos.
PDI – O Encontro de Integração faz parte das ações que envolvem a construção do novo Plano de Desenvolvimento Institucional do IF Fluminense. Desde que o antigo Cefet Campos se transformou em Instituto Federal, este passa por modificações em sua institucionalidade que inclui um novo Estatuto e a implantação do PDI, cujas discussões envolvem a comunidade interna e externa.
O Plano é um compromisso firmado com a sociedade a respeito das ações definidas para a gestão de um período determinado. Além de traçar metas, políticas e estratégias, este plano também significa o pensar e fazer institucional, definindo como a instituição pode contribuir com o desenvolvimento regional, além de traçar metas, políticas e estratégias.

Mais Informações

Impar Comunicação:
Ascom IF Fluminense - 27262845
Ferdinanda Maia – 98325731
Kamilla Coutinho - 99090899

GREATS nos Seminários de Formação Profissional


O Professor Adriano Henrique Ferrarez, coordenador do Grupo de Energia Alternativa e Tecnologia Social (GREATS) do IF-Fluminense Campus Itaperuna, esteve no dia 05 de julho, realizando palestra durante os Seminários de Formação Profissional, no Auditório Reginaldo Rangel no Campus Campos Centro. O convite foi feito pela Diretora de Ensino Básico, Professora Fabíola de Américo Ney Silva. O tema da palestra foi “Construindo um Mundo melhor com Energias Renováveis” e o público presente eram estudantes dos cursos técnicos de mecânica, informática, eletrotécnica. O palestrante destacou relatório publicado pelo WWF segundo o qual 3,4 milhões de postos de trabalho relacionados com as energias renováveis (transportes sustentáveis e bens e serviços energeticamente eficientes, tecnologias com baixas emissões de carbono) foram criados. Comparando com os 2,8 milhões de empregos criados em indústrias poluentes – exploração de minério, eletricidade, gás, cimento e ferro e aço – a conclusão do WWF é que a economia verde crescerá nos próximos anos e o emprego nas indústrias poluentes diminuirá. Para o Professor Adriano, “ preparar profissionais com esse perfil é uma nova demanda do mercado e que muito contribui para a sustentabilidade do nosso planeta”.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Crônica: 1 x 13

1 x 13


Que perdemos a partida não se discute. Mas o jogo, esse são “outros quinhentos” – que vale à pena discutir.

Tanto no futebol quanto na vida, esse negócio de ser ou não ser é apenas parte da questão. Porque a questão mesmo, de cabo a rabo, é bem maior – e, toda ela, atravessada por um sem-número de “entretantos” e reveses, que vêm em torrentes. Nonsense demais? Explico.

Quem já não testemunhou empates que, conquistados de adversários “de peso”, ou efeitos de uma recuperação milagrosa, avultam na galeria de nossa memória não como empates apenas, mas como verdadeiras vitórias morais? Ou vitórias que, resultantes de confrontos levados em “banho-maria” – sem paixão nem brilhantismo – não convenceram ninguém e caíram no esquecimento?

Que se dê a César o que é de César. No torneio de Campos, os garotos de lá fizeram uma grande partida. Atacaram nossa meta com uma verdadeira fuzilaria: foram 13 gols. Mas, como já foi dito, essa é apenas parte da questão, uma fração do acontecido. Eis aqui a questão por inteiro.

Desde a saída de Itaperuna, já era possível sentir a eletricidade no ar.
No ônibus, meninos e meninas cantavam, dançavam, batucavam, fazendo uma algazarra contagiante. Nossos jogadores não pareciam ir bater à casa de um adversário tecnicamente superior, aceitar o convite para um certame comemorativo dos 100 de sua magnífica trajetória. Não. Meninos e meninas, todos, iam porque iam. Avançavam ao encontro de algo que não sabiam – porém, maior.

No caminho, enquanto tentávamos infrutiferamente compor um hino para o nosso time – faltou-nos Fábio com seu teclado de um bilhão de dólares –, o treinador Luciano explicou-me que não tivera tempo suficiente, nem as melhores condições, para preparar os garotos – contara para o torneio com menos de três semanas, uma quadra emprestada e cerca de uma dúzia de garotos bem-intencionados, os únicos voluntários para a batalha. Não esperava nem de longe uma partida fácil. No entanto, estava satisfeito com o empenho de todos até ali.

Ao chegarmos a Campos, descobrimos que tínhamos sido a única equipe de
futsal a atender o chamado do aniversariante centenário – e olha que até aquela data não havíamos completado nem dois meses.

A atmosfera de encantamento continuava. Meninos e meninas, juntos com os demais integrantes da comitiva, agora percorriam animadamente o interior do
campus, observando e sendo observados, fazendo contato com quem encontravam por ali, surpreendendo-se talvez com o fato de que tanto eles próprios quanto os outros compunham a mesma paisagem institucional – como personagens de uma mesma história. Enfim, era chegada a hora do confronto.

Sozinha, nossa torcida valia por uma banda de fanfarra – e mais todo um regimento de cavalaria. A surriada estridente de cornetas contrabandeadas, somada a
os risos e gritos animados da garotada – ora interrompidos, ora ampliados por exclamações (e reclamações) lançadas pelo treinador Luciano – funcionavam como uma inesperada arma secreta. Vibrávamos a cada lance, e tal vibração podia ser sentida por todos ali.

A princípio, impusemos alguma pressão sobre o adversário, o que aumentou nossa agitação e a curiosidade alheia. Mas a equipe da casa dispunha de jogadores com uma melhor qualidade técnica, resultantes de uma peneira de milhares, além de um contingente maior de reservas. Sofrer o primeiro gol seria uma questão de tempo.

E aqui cabe destacar a atuação memorável de nossos heróis. Começando pelo jovem goleiro Sávio, fundamental na contenção da artilharia adversária. Os números teriam s
ido outros se não contássemos com ele. Rafael, Cássio, Felipe, Israel, Vinícius, Antônio, Samuel, Jonatas, Matias e Diogo representaram nossa unidade no torneio. Ter aceitado o desafio, em condições tão desiguais, já os tornava merecedores de reconhecimento.

O bombardeio de chutes contra nossa meta teve início. Nossos jogadores contra-atacavam, sem medo, e até com certa ousadia. Entretanto, a equipe aniversariante, valendo-se de suas vantagens, abriu o marcador.

Uma vez, num comentário sobre a solitária vida do filósofo alemão Arthur Schopenhauer, alguém disse que a diferença entre ter um único amigo na vida e amigo
nenhum é um deserto de aflição intransponível. Poder-se-ia afirmar algo semelhante sobre sair de uma partida sem marcar gols.

Já nos encontrávamos na segunda etapa do jogo e nosso adversário, até o momento, tinha marcado oito vezes. Nossa torcida – que antes gritava e aplaudia – agora também calava. Num momento de silêncio, um filisteu atirou a seguinte pedrada: “Pelo menos você ganharam um passeio de ônibus para conhecer a cidade grande!”. Foi aí, que, de uma roubada de bola, seguida de um passe rápido e uma leve ajeitada, irrompe aquele chute certeiro – dos pés de Samuel.

Em sua curta trajetória no ar, em seu breve voo, de pouco mais de um palmo de altura, aquela coisa, “toda feita de curvas”, foi aterrissar no fundo da rede adversária, antes passando entre as pernas do goleiro, para explodir em dezenas de gritos de alegria e alívio – nosso big-bang particular, o fim de nossa travessia pelo deserto da não-existência.


Que perdemos a partida não se discute. Mas o jogo, o grande jogo da vida, ah, cara pálida, desse saímos vencedores. Isto pelo simples fato de havermos escrito, ali juntos, um dos primeiros capítulos da nossa história – que diga-se de passagem está só começando.

Texto: Bruno José e Luciano Antonacci.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Palestra: Esteróides anabolizantes (Dia 08/07)

O Campus Itaperuna convida a comunidade e todos os servidores para uma palestra sobre Esteróides anabolizantes com o médico Rodrigo Aires.

Dia 08/07, 4ª-feira, no auditório do campus.
Turno da tarde às 17h.
Turno da noite às 19h.

Venha fazer parte deste debate!

Fórum Extensão Tecnológica dos Institutos Federais

O Conselho de Altos Estudos, em parceria com os Ministérios da Ciência e Tecnologia, da Educação e do Trabalho e Emprego, promoverá o Fórum Extensão Tecnológica dos Institutos Federais com o objetivo de discutir capacitação tecnológica da população de baixa renda a partir da atuação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Na oportunidade, parlamentares, secretários dos Ministérios e dirigentes da Capes, do CNPQ e dos Institutos debaterão com a sociedade aspectos relacionados à concepção de extensão tecnológica e ao financiamento público de ações voltadas para a formação tecnológica, dentre outros.

Data: 07 de julho - de 08h às 18h

Local: Câmara dos Deputados - Auditório Nereu Ramos - (Brasilia-DF)